Ao amor-próprio! – Escute a vida e o universo que sempre conspiram a seu favor!

por Karen Padilha

As coisas só começaram a dar certo quando você verdadeiramente se amar, porque se você não conseguir fazer isso por si mesmo ninguém poderá.

O amor-próprio é o mais bonito que existe, é aquele amor que não precisa de nada e ninguém para sobreviver, é aquele que se sobressai sozinho sobre tudo e todos, aquele que pode passar terremotos, tsunamis e ele continua ali, intacto.

Se você diz que você pode amar outras pessoas porque não pode amar a si mesmo? Ou existe uma contradição aí? Você só diz que ama, mas na verdade não sabe o que é o amor, porque não ama nem a si mesmo.

Mas, vamos lá, amar a si mesmo não é tão difícil assim, fomos feitos exatamente da forma que tinha de ser feitos, com os defeitos ou não, temos de aprender a olhar no espelho e nos amar, até os defeitos, pois eles estarão sempre ali.

Amar a si mesmo é o começo de um romance para toda a vida. – Oscar Wilde

Muitas vezes somos impostos a rótulos da sociedade de que temos de ser assim ou assado, mas a verdade é que temos de ser da forma que nos faz feliz, se não estamos fazendo mal a ninguém, ótimo.

Muitas pessoas têm medo de mostrar quem elas são de verdade por medo de não serem aceitas, mas não é preciso ter esse medo bobo, temos sempre de sermos verdadeiros.

Segundo Carl Rogers, “a raiz dos problemas de muitas pessoas é que elas se desprezam, e se consideram seres sem valor e indignos desejem amados.

Digo mais uma vez, precisamos mais uma vez nos aceitar da maneira que somos, não ter nenhuma apreciação distorcida de si próprio, não pensar que não se é bom o bastante,  não ter a autoestima baixa, eu sei que escrevendo é fácil falar, mas não pense que eu não sofro isso também todos os dias. O amor-próprio me falta em alguns dias, mas eu tento mantê-lo sempre ali.

Estou passando pela fase mais difícil de minha vida, tenho depressão, e estou no meu quarto mês em uma clínica de reabilitação, curando-me, e não é fácil olhar-me no espelho e ver o que os remédios fazem comigo, mas é preciso manter sempre ali comigo, do lado, não só o amor, mas sempre fazer tudo com bondade, gratidão, ser sempre gentil, ajudar a quem precisa mais que a você, uma palavra de conforto, às vezes é tudo o que uma pessoa precisa.

Ame-se, ajude aos outros a se amarem também. Espalhe amor!

Karen Padilha natural de Cotia-sp , formada em Introdução a Filosofia ( University of Edinburg – Londres), Introdução a Psicologia ( University of Toronto), Origens da vida no contexto cósmico (USP) e Inglês ( Mayfair School of English- Londres). Áreas como filosofia, psicologia e astronomia são fontes de inspiração para seus projetos.  Acabou de de escrever seu primeiro livro que, em breve, estará disponível nas livrarias: ‘’ O que fizeram de mim? Reflexões sobre traumas e transformações” .

 

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